domingo, 30 de dezembro de 2012

sábado, 29 de dezembro de 2012

estamos nos estruturando, em pouco tempo o blog estará completo! Irei postar a nossa mesa de RPG real... infelizmente essa daí é não é a nossa!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Continuação 2... O mosteiro da colina solitária


Seguindo o caminho que fora indicado pelo sábio da corte, os heróis seguem para as colinas do norte. Em menos de um dia de viagem chegam ao amanhecer em uma encruzilhada entre dezenas de colinas formadas por grandes e verdejantes pastos, por sorte, cruzam com um ancião que conduz uma barulhenta carroça, e imediatamente o param. Ele educadamente puxa as rédeas de seu animal, um grande boi de pelagem parda, desce fala algo no ouvido do animal e diz: "Digam lá, quê posso fazer porôces? - revelando o típico modo, simples e espontâneo, de falar dos habitantes dessa região. Logo os heróis responderam com outra pergunta, onde ficava o mosteiro? Foi inevitável não notar a mudança nas feições do ancião ante a pergunta sobre a localização do mosteiro, o ar de simplicidade do ancião deu lugar a atitude defensiva, mas seguida de uma resposta direta: "por trás daquela colina - diz apontando para a maior colina dentre todas que os rodeiam - mas não tem ninguém lá a meses, tá badonado lá, e o lugar é malasombrado!”. Sem dizer mais nada sobe em sua carroça e segue por um dos caminhos da encruzilhada.

Subindo a alta colina finalmente avistam o mosteiro, trata-se de uma grande e antiga construção de pedra, cercada por um simpático e baixo murro de tijolos cinzentos, o lugar fica a beira de um precipício. O local parece realmente está abandonado. Ao patamar da porta o grupo bate a aldrava, e nenhuma resposta é obtida, Rock dirige-se até uma janela à esquerda da porta, e dá uma rápida olhadela por uma fresta na madeira, queria essa ideia ele nunca ter tido, pois uma imagem fantasmagórica e horrenda surge repentinamente. A imagem é tão grotesca que seu coração parece parar por instantes. Imediatamente o grupo se arma e invade o mosteiro, entrando em um grande hall de entrada vazio, a não ser por uma velha poltrona no centro da sala. Uma porta logo a direita da entrada encontra-se emoldurada por uma parede repleta de quadros com os bustos de vários monges, cada moldura possui uma pequena placa com um nome, provavelmente o nome de seus modelos. Sobre a parede um espaço vão chama a atenção, falta um quadro, logo vem à ideia que coincidentemente pode ser o retrato do Eliah Roos. Olhando melhor os heróis, descartam essa possibilidade, pois eles encontram o retrato de Eliah; um senhor que aparenta ter uns quarenta anos, calvo, olhos claros e de semblante calmo. Imediatamente, um estalar, e uma forte ventania trás ao centro do hall uma imagem fantasmagórica que assombra os corações dos fracos de vontade, ele murmura algo, solta um grito e lança raio cintilante sobre a poltrona que ganha vida, ela se move e ganha aspectos grotescos com uma enorme bocarra com fileiras de dentes afiados e braços longos que terminam em garras afiadas, a aparição fantasmagórica então olha em seus olhas e diz: “vão embora!” – desaparecendo em seguida. Mesmo atordoados com a cena todos partem para a batalha, o maior número não parece intimidar o autômato, que bloqueava os ataques dos heróis agredindo-os ferozmente girando seus logos braços, felizmente os heróis derrotam o grotesco monstro.
- Isso foi apenas um aviso! – diz Aran, o clérigo.
- Não sei vocês, mas recebi a mensagem, e agora pretendo respondê-la – Diz Rock.
Sem pestanejar todos concordam, afinal, agora precisam descobrir o que aconteceu no mosteiro.
- Contêm comigo! – esbraveja o bárbaro Arthas – mas antes vamos descansar, estou faminto.
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